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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Qual a diferença entre criança inquieta e hiperativa?

A grande maioria das crianças é inquieta — anda, corre e brinca o dia todo. Nas crianças hiperativas as travessuras e a agitação passam dos limites do aceitável — não param quietas, não conseguem terminar tarefas simples, quebram tudo, tumultuam a casa e a escola. Os pais confessam-se incapazes de controlá-las. A hiperatividade, hipercinesia, ou hiperatividade com déficit de atenção é caracterizada por desatenção, impulsividade, hiperatividade e incapacidade de concentração. Existem vários problemas neurológicos, orgânicos e comportamentais cuja sintomatologia é muito semelhante a da hiperatividade. Por esse motivo, recomenda-se ouvir a opinião de um especialista.

Fonte: Entrevista feita com Antonio Marcio Junqueira Lisbôa

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Escolas Municipais e Estaduais - Nome, Endereço e Telefone


clique na AQUI ou nas inagens para consultar a escola desejada

Veja o exemplo:




A consulta às escolas foi disponibilizada para que o cidadão tenha acesso às diversas informações relativas às Instituições de Ensino Paranaense, sendo estas: Dados Cadastrais de Escolas Estaduais, Escolas Municipais e Escolas Particulares. 

Também são disponibilizadas informações detalhadas das Escolas Estaduais sobre: Oferta de Ensino, Calendário Escolar, Alunos, Corpo Funcional, Merenda, Material, Fundo Rotativo, Obras e Reparos, Prédios, APM e outras.

Fonte: Dia dia Educação Consulta Escolas

segunda-feira, 26 de março de 2012

Fique de olho na sua Torneira!

+ Apoio ao Dia Mundial da água: Como economizar água ao dar descarga



A cada dia, bilhões de litros de água tratada vão na descarga da privada. Reduzir a quantidade de água que sua privada está jogando fora vai ajudar a economizar as reservas de água do planeta, e reduzir a conta de água. Com um único ajuste simples, você vai salvar dinheiro e ajudar o planeta... uma descarga por vez. 1. Encha uma garrafa PET de 2L com pedras, água ou areia e feche bem. 2. Coloque o recipiente cuidadosamente na caixa de descarga da privada e coloque a tampa de volta no lugar. 3. Dê a descarga. A privada funcionará normalmente e ainda economizará 2L de água por descarga. Isso significa que uma família de 4 pessoas vai economizar em média 1.200 litros de água por mês. Você vai sentir esta economia na conta no final do mês. Também verifique os vazamentos da descarga!

Confira o Video com uma ideia semelhante:

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Coleção de Onde Vem?

Sabe aquela coleção "De Onde Vem" com uma simpática menininha, perguntanto, perguntando e perguntando e depois, tentando explicar o que entendeu?
Aquela que sempre passa num ou em outro programa educativo... Coleção esta que você professor, pai ou mãe, já deve ter pensado: "Isso é um bom contúdo para meu filho ver", pois então o Blog Amatuzzi disponibiliza para Download pelo menos 20 videos da coleção.
Acesse e siga-nos:
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ou Na Imagem para Baixar!
Siga nosso Blog! e Bom fim de Semana!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

HD Virtual com Material sobre Educação - 4Shared

Acesse o link entre lá escolha entre os títulos abaixo e faça o download!


Acesse Aqui!




Fonte: 4shared - HD de Colaborador, nossos agradecimentos.

Atividades prontas sobre a GRIPE H1N1 (suina)

É só baixar e aproveitar.

Foto Leitura - Mapa Mental do Livro Quem Mexeu no Meu Queixo

Quem Mexeu no meu Queijo?
Mapa mental e artigo contendo os princípios do livro de Spencer Johnson. O artigo fornece indicações e sugestões para como obter melhores resultados.
Autor: Virgílio Vasconcelos Vilela

Almanaque do Professor

Coletânea de idéias, métodos, técnicas e ferramentas para o docente enriquecer seu planejamento e suas aulas. Foi apresentado como trabalho final no curso de Metodologia de Ensino Superior na UNEB - Brasília, tendo recebido nota 10. Seu objetivo não é ser completo, e sim reunir e organizar várias coisas interessantes vistas e feitas. 
Nota: O uso dos materiais acima é liberado para fins não-comerciais. Ninguém está autorizado a comercializar na internet ou distribuir como brinde de comercialização os respectivos arquivos ou impressos e portanto todos os sites que o  o fazem estão cometendo ilegalidade e estão sujeitos a processo judicial de violação de direitos autorais..

Atividades para Testar e Desenvolver a Audição Infantil

A audição infantil precisa ser testada e exercitada desde cedo, isto quer dizer, tão logo seja capaz de interagir com você através do olhar. Coisas simples que não exige gasto algum, e que qualquer um pode fazer para testar e desenvolver a audição do seu filho; em casa ou numa creche. Galeria Imagens para Trabalhos História O Bebê pode ouvir sons antes mesmo de nascer. Assim, não é surpresa que durante os primeiros nove meses de vida, ele seja capaz de: Ouvir e responder aos sons e vozes à sua volta; Divertir-se ouvindo histórias; Responder ao ser chamado pelo nome Poucas semanas após ter nascido, a capacidade auditiva da criança deve ser testada. Isto é vital já que as crianças aprendem a linguagem ouvindo, e a maioria do desenvolvimento da linguagem infantil ocorre nos primeiros dois anos da sua vida. Se um problema de audição não for detectado até ela entrar na escola, ela já terá seu desenvolvimento psicológico totalmente comprometido. Mesmo depois de ter testado a capacidade auditiva do bebê, você precisa e deve continuar a fazer auto-testes em casa. Sua criança pode ter algum indício de perda auditiva se, quando for récem nascida, ela NÃO apresenta alguns dos seguintes indícios: 
a) NÃO Se assusta, move, chora ou reage a barulhos e sons inesperados; 
b) NÃO Desperta com barulho; 
c) NÃO Move sua cabeça em direção ao som da sua voz ou de outros; 
d) Naturalmente NÃO imita o som que ouve. Nesse caso, você deverá consultar seu pediatra. Mais de 3 milhões de crianças, apenas na América do Norte, tem problemas de audição.
No Brasil, como sempre, não existem estudos ou números a esse respeito, mas estima-se que seja um volume semelhante apesar da população ser menor. Dessas crianças, cerca de 45 por cento (1.4 milhões) tem menos de 3 anos de idade. Mesmo que sua criança possa ouvir imediatamente, o que ela escuta pode não lhe interessar naquele momento, assim ela pode não dar atenção. Aprenda e entenda esses episódios, mas não deixe de prestar atenção aos sinais, e continue reforçando sua observação e testando sua audição. 
Eis aqui 5 (cinco) atividades que você e sua criança podem fazer juntos, para trabalhar seu potencial auditivo: 
1) Falando com o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento em diante Escute e fale com sua criança durante todo o dia. Não importa se ela não responde. Quando você fala com ela, você está lhe mostrando como usar os lábios e a língua. Aprenda o significado do choro e gestos do seu filho. Ouça os sons que ele faz e observe o modo como ele move seu corpo. Faça uma imersão total do seu bebê através de palavras. Por exemplo, quando estiver vestindo sua roupa, dê nomes as cores e as coisas que você estiver colocando na cabeça e corpo dele. Cumprimente-o toda vez que o ver. Diga seu nome freqüentemente; por exemplo: "Ôi Alberto, você dormiu bem? ", ou "Alô, Alberto, você precisa trocas as fraldas?" Essas conversações podem parecer algo além da compreensão do bebê, mas lhe dão confiança, e enfatizam o quanto você gosta dele. 
2) Cantando para o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento até os 3 anos Cante para seu bebê. Quando seu filho estiver acordado, cante para ele com voz suave e melodiosa. Tente apenas entoar ou cantalorar algo em tom ameno e amoroso. Isso vai ajudá-lo a acalmar-se, e confortá-lo quando estiver agitado ou chorando (se não for o caso de choro provocado por doença). Não se preocupe se você não tiver dotes musicais apurados - para seu bebê isso não faz a menor diferença. Ele se contentará com os sons que você faz. O que lhe importa é sua presença, ali, do seu lado. Quando o estiver alimentando, trocando fraldas, e lhe dando banho, as cantigas de ninar serão um alento para ele. Desse modo, aprenderá que a comunicação dele com você é importante, e que as pessoas prestam atenção quando estão falando umas com as outras. 
3) Lendo para o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento em diante Leia para seu Bebê. Nada estimula mais a inteligência de uma criança que escutar você falar. Os livros ilustrados com figuras e desenhos são magníficos para esta idade. O importante é que tenham uma ou duas palavras por página e ilustrações coloridas. Desenhos são mais definidos para seus olhos que as fotos. Deixe o bebê olhar todas as ilustrações à vontade e sem pressa. A medida que vai crescendo, deixe que explorar as páginas de livros que contenham mais palavras. Nesse estágio, ele se diverte ouvindo sua voz e encontra nisso calma e grande conforto emocional. 
4) Explique os Sons: . Faixa etária: Do nascimento até os 3 anos Seja isto o zumbido de um avião, ou o ronronar de um gato, observe que, aquilo que seu filho escuta, permite-lhe ajudar a entender, criar imagens mentais, imaginar e compor os elementos do seu meio ambiente. Considere gravar os sons que ele faz aos 3 meses de idade, e a cada 3 meses de vida. Mostre-lhe os sons, de modo que ele se divirta ouvindo a si mesmo. Tente lhe explicar que, a voz que está ouvindo pertence a ele. 
5) Ensinando o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento até os 3 anos Dê ao bebê instruções simples através de gestos e palavras. Diga a palavra "sorria" e então faça o gesto do sorriso. Ele aprenderá a imitar suas ações. E, à medida que se desenvolve, levante suas mãos ou pés e diga, "pra cima" então, abaixe-os e diga, "pra baixo". Quando for crescendo, aponte e olhe na direção de um objeto e identifique-o. Por exemplo, aponte para seu carrinho e diga, "carro". Pegue o carrinho e identifique-o outra vez. Logo, quando você disser "carro", ele será capaz de apontar por si mesmo para o brinquedo e eventualmente pegá-lo. Ajude seu filho a descobrir a si próprio. Coloque-o sobre um cobertor e se ajoelhe diante dele. Abaixe seu rosto de modo que fique à mesma altura do dele. Toque seu rosto e diga "rosto". Então, coloque as mãos dele sobre seu rosto, e repita. Faça a mesma coisa com outras partes do corpo, como nariz, boca ouvidos, etc. Use sua imaginação e crie novas atividades. 

Fonte da Pesquisa: Departamento de Educação Pública dos Estados Unidos Projeto: Ensinando os Pais a Ensinar. Texto adaptado e revisado por: Alberto Filho.

Como prevenir comportamentos indesejáveis numa aula?

Indisciplina na sala

Um comportamento indisciplinado é qualquer acto ou omissão que contraria alguns princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola ou pelo professor ou pela comunidade. A indisciplina é uma resposta à autoridade do professor. 
O aluno contesta porque não está de acordo com as exigências do professor, com os valores que ele pretende impor, com os seus critérios de avaliação, a sua parcialidade, ... Existe entre o professor e o aluno uma relação desequilibrada. O aluno não aceita o professor ou a sua disciplina. O professor não consegue motivar o aluno ou despertá-lo ou cativá-lo. 
Os motivos da indisciplina podem ser extrínsecos à aula , tais como problemas familiares, inserção social ou escolar, excessiva protecção dos pais, carências sociais, forte influência de ídolos violentos, etc. Nestes casos o professor pouco pode fazer. No entanto existem outras causas que resultam de disfunções entre os alunos e a escola. 

A desmotivação dos alunos e o desinteresse explicito por aquilo que se pretende ensinar ou qualquer outro comportamento inadequado, por vezes não são mais do que chamadas de atenção ao professor sobre os seus métodos de ensino ou sobre as estratégias de relação na aula. O professor deve ser explícito e justo na negociação do contrato que é feito com os alunos. A alteração das regras pode provocar indisciplina. Um aluno indisciplinado pode não ter sucesso. O aluno traz para a aula os valores e atitudes que foi apreendendo até aquele momento. A indisciplina pode ser um reflexo da ausência de condições para uma adequada educação familiar. A indisciplina pode surgir como a outra alternativa ao seu insucesso escolar, procurando deste modo "valorizar" a sua relação com os outros. Este insucesso não se refere exclusivamente às classificações nas disciplinas, mas também em certos valores, que ele pensa serem assumidos pela comunidade, e que o aluno não vê reflectido nele. A própria constituição física ou intelectual do aluno pode provocar comportamentos indisciplinados. A imaturidade, a vadiagem, a desatenção, a incapacidade de fixação, o baixo rendimento escolar, a agressividade devem ser pesquisadas como sintomas de distúrbios mais profundos (quer fisiológicos, quer emocionais), que é preciso tratar, sem o qual as repressões ou sanções serão totalmente ineficazes e até contraproducentes. 
Como prevenir comportamentos indesejáveis numa aula?


A prevenção deverá ser ponderada. No inicio do ano escolar os desconhecidos encontram-se com apreensão. Tanto o professor como os alunos fazem avaliações mútuas. O professor utiliza estratégias mais ou menos adequadas de modo a prevenir comportamentos indesejáveis. Define as regras comportamentais, de um modo explicito ou não, entre os alunos e entre si e eles, principalmente se a turma se mostra muito indisciplinada. Regras estas que vão sendo reforçadas ou tornam-se flexíveis ao longo do ano, paralelamente a uma pioria ou uma melhoria das atitudes dos alunos. O professor é um líder. Para os alunos, o professor é a imagem de um ideal (positivo ou negativo), queira-se ou não. Um objectivo do professor é favorecer um determinado modelo de conduta. Favorecer o desenvolvimento de comportamentos e uma forma de estar na vida para o aluno. O professor assume no início algumas atitudes, que ao longo do ano se tornam mais ou menos flexíveis: - mostrar-se sério nas primeiras aulas, não tendo um sorriso fácil; - impedir ou limitar as saídas durante a aula; - não permitir que se levantem do lugar sem que peçam autorização; - não permitir que troquem materiais sem que peçam autorização; - dispor os alunos em lugares fixos de modo a favorecer a cooperação e a concentração; - quando um aluno ou o professor fala os outros escutam; - não confundir a simpatia com o "porreirismo da silva". Se o professor assumir uma atitude disponível mas realista, dando confiança aos alunos mas sem perder a situação e sem se mostrar inutilmente permissivo, é possível que consiga evitar alguns conflitos. É muito importante a fase inicial do ano. Torna-se conveniente evitar o mais possível o recurso a castigos e a críticas. O professor deve assumir a atitude de quem detém um poder mas não se sabe bem quanto nem quando o vai usar. Se um professor usa demais as mesmas armas, acaba por ficar desarmado. Não é aconselhável a censura permanente, sendo mais adequado ignorar os comportamentos incorrectos que não perturbem directamente com o desenrolar da aula. Utilizam-se estratégias adequadas a cada aluno e a cada situação. A seguir apresentam-se a algumas estratégias que o professor pode adoptar para prevenir comportamentos indisciplinados. » Reflectir sobre as atitudes e funções do professor . » Planificar a aula cuidadosamente em todos os seus momentos. Promove-se a concentração. Quanto mais eficaz e bem organizada for uma aula, melhor vai ser o comportamento de cada aluno. » Cativar os alunos para a sua disciplina, de modo que eles não digam que "a veradeira vida é lá fora". » Observar cada aluno. » Favorecer o desenvolvimento da autoconfiança. » Fomentar o respeito mútuo entre os alunos e entre os alunos e o professor. » Discutir com os alunos o regulamento de uma turma, respeitando-o e fazendo-o respeitar.


Fonte: Professora Mary Lins

Jogos de Matemática

Ótimo site de Jogos de Matemática, muito completo para se jogar online e usar em uma oficina dentro de um Laboratário de informática.



http://www.sheppardsoftware.com/math.htm

Aluno Golfinho

Golfinho esperto
O aprendizado de padrões e a importância do relacionamento
Gregory Bateson, que escreve sobre comunicação e teoria dos sistemas, em seu livro Steps to the ecology of mind, conta a sua experiência ao estudar os padrões de comunicação dos golfinhos no Instituto de Pesquisas Marítimas, no Havaí.
Bateson trabalhou com os instrutoresenquanto eles ensinavam os golfinhos a se apresentarem em espetáculos públicos. O processo começou com um golfinho não treinado. No primeiro dia, quando o golfinho fez alguma coisa diferente, como saltar para fora da água, o instrutor usou um apito e, como recompensa, deu-lhe um peixe. Sempre que o golfinho se comportava daquela maneira, o instrutor usava o apito e jogava-lhe um peixe. Logo, o golfinho aprendeu que o seu comportamento lhe garantia um peixe; ele o repetia continuamente, sempre esperando uma recompensa.
No dia seguinte, o golfinho surgiu e executou o seu salto, esperando um peixe. Não o teve. Durante algum tempo, ele repetiu o seu salto, inutilmente. Irritado, fez alguma outra coisa, como uma viravolta. O instrutor, então, usou o apito e deu-lhe um peixe. Sempre que o golfinho repetia aquela nova proeza, na mesma sessão, recebia a recompensa. Nenhum peixe para a proeza de ontem, somente para alguma coisa nova.
Esse padrão foi repetido durante 14 dias. O golfinho surgia e realizava a proeza que aprendera no dia anterior, sem nenhum resultado. Muitas vezes, executava as proezas de alguns dias atrás, só para conferir as regras. Mas, só era recompensado quando fazia alguma coisa nova. Provavelmente, isso foi bastante frustrante para o golfinho. Contudo, no décimo quinto dia, de repente, ele pareceu ter aprendido as regras do jogo. Entusiasmou-se e apresentou um espetáculo surpreendente, incluindo oito novas formas diferentes de comportamento, quatro das quais jamais haviam sido antes observadas na espécie. O golfinho parecia ter compreendido não apenas como gerar o novo comportamento, mas também as regras sobre como e quando gerá-lo. Os golfinhos são inteligentes.
Um último detalhe: durante os 14 dias Bateson observou que o instrutor jogava peixes para o golfinho fora da situação de treinamento. Bateson ficou curioso e questionou essa atitude. O instrutor respondeu: "Ah! isso. É para manter as coisas em termos amigáveis, naturalmente. Afinal, se não tivermos um bom relacionamento ele não vai se dar ao trabalho de aprender alguma coisa".
J. O'Connor e J. Seymour
Em Treinando com a PNL (Summus)